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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Vovô Gerardo

Ah, que saudades que eu tenho!


Filha querida!
Filho querido!

Filha querida! Filho querido!

Construir família, estender o amor
 aos sobrinhos, aos irmãos,
 primos e primas.
 Foi o maior ensinamento de papai.
Não percebi nunca o núcleo fechado.
O ninho limitado.
A família era consaguínea.
 Assim continua.

 Que bom que não se acabasse...

Poesia de Fátima Gurgel  (Livro: "Ah, que saudades que tenho!)

Ao pai, avó, bisavó, nossa esterna admiração! E nosso eterno amor e saudade!

 ∞ Gerardo Cavalcante Dias ∞
α 01/01/1922 Ω 16/05/2009

2 comentários:

  1. Como o vovô faz falta em nossas vidas! A cada domingo, a cada viagem... Faz falta em um aperto de mão seguido por um beijo e um abraço forte! Receber chocolate dele tinha um valor especial! As dúvidas de significação de palavras eram com ele mesmo! Fora a forma como ele nos ensinou a importância da família unida, ele tinha uma capacidade pra isso incrível. Atencioso, inteligente, amigo, avó... Deixou muitas saudades...

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  2. Sinto saudade do vovô. Mas sinto como se não fosse a mesma que todos compartilham. Pela distância que sempre mantive, desde pequena, morando longe. Hoje minhas filhas crescem ainda mais longe dos seus avós. Nisso eu vejo como desvantagem morar longe. É tão bom rever todos, abraçá-los, trocar sorrisos... É tão ruim ver que cada vez mais os desconheço.

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